Ninguém quer ser invisível mas que às vezes dá vontade de fazer uma cabana de cobertores na sala de casa e passar o final de semana inteiro dentro isso dá.
E voltamos a colorir o arco íris apático;
Porque se for pra ser feliz que seja o maior sorriso do mundo e se for pra ser triste que quase morra. Viva a intensidade de quem quer o mundo todo dentro do quarto num domingo de tédio.
Saudades da família, de ser ninada e sentir o morninho do aconchego como diz uma amiga minha.
Era uma sensação nova, um escafandro totalmente diferente dos outros, dispunha de um livre arbítrio de um coração idiotamente encantado.
Mãos e pés atados pela distância e o medo não eram suficientes para conter a racionalização em sua cabecinha que dormia pouco mais de 5 horas por dia e passava o restante das 19 tentando entender um mundo que ainda não abrira e não a acolhera em sua intensidade cósmica que dispõe do poder de estranhamente fazer o sol brilhar por mais tempo.
(Voltarei a escrever, viva eu! ;})
Então é Natal.
Não odeio essa época, me lembra férias e gente que eu gosto reunida.


